segunda-feira, 1 de outubro de 2012

(363)

«  Então, eu acho que nós somos quem somos por várias razões. E talvez nunca iremos saber a maior parte delas. E mesmo que não tenhamos o poder para escolher de onde vimos, podemos continuar a escolher onde quer vamos desde aí. Podemos continuar a fazer coisas. E podemos tentar sentir bem sobre eles. »

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